sexta-feira, 23 de julho de 2010

A sorte dos Honestos

Depois de noivar um ano, no próximo mês eu caso.

A mãe de minha namorada, a futura sogra, é genial (além de ser terrivelmente atraente).

Ela sozinha se ocupa da organização de todo o casamento: igreja, música, fotógrafo, jantar, flores, etc.

Há pouco me chamou e pediu que fosse à sua casa para revisar a lista de convidados, e retirar alguns de minha família, pois estava superando nossas expectativas.

Quando cheguei, revisamos a lista e diminuímos para menos de cento e cinqüenta convidados.

Foi quando ela me deixou boquiaberto: me disse que sempre me achou um homem atraente, que dentro de um mês eu seria um homem casado, e que antes que isso ocorresse queria ter sexo selvagem comigo.

Então se levantou, caminhou sensualmente para o quarto e me sussurrou que eu sabia onde estava a porta de saída, se o que eu queria era ir embora.

Fiquei em pé, imóvel por uns três minutos e, finalmente, decidi que sabia perfeitamente que caminho tomar.

Corri para a porta, saí da casa, e lá fora, apoiando-se sobre o capo do meu carro, estava seu marido, sorridente.

Creio recordar que me explicou que queriam unicamente estar seguros de que sua querida filha iria se casar com um homem educado e honesto, e lhes ocorreu aplicar-me essa pequena prova, que eu havia superado com êxito.

Pegou-me pelo ombro, e depois me abraçou sem eu poder raciocinar, nem falar, ainda atordoado pela emoção...


Conclusão:

É melhor carregar as camisinhas no carro, que no bolso...

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